Um dia eu estava conferindo os sites e blogs do meu bookmark quando vi este post. Fiquei impressionado como tanta coisa fez sentido pra mim.
Eu era só um test developer que tinha começado como testador lá em são leopoldo. Vi sistemas serem feitos de todas as formas, principalmente as erradas. E tive amigos que diziam “isso não se faz mais, hoje em dia se usa hibernate/struts/webwork/…”, q coisa não?
Voltando a vaca fria, fui lendo os posts e artigos do Phillip Calçado – assim como os seus posts no GUJ – e fui acordado para a minha verdadeira vocação: programar. Mas quando li este post eu criei coragem e enviei um email, extremamente humilde, perguntando o que eu poderia estudar para não fazer feio em uma entrevista na globo.com , afinal eu sabia das minhas limitações e, naquela época, eu estava pensando em tentar a vida lá.
Phillip foi super-simpático e conseguiu uma entrevista por telefone. Foi um terror, não estava preparado, eu só queria ter uma idéia, naquela época, do que estudar para conseguir sair da minha função mais reativa, para uma função ativa (o ato de desenvolver o software em si com qualidade e ter orgulho disso). Mas não desisti.
Nas minhas férias eu tive 3 entrevistas na globo.com, sendo a última no sábado pela manhã (eu ia voltar para Poa no domingo). Valeu a pena, quando o telefone tocou e o Guilherme disse “e ai, pacman?” eu gelei.
Tinha sido aceito no grupo mais louco e fera que eu já conheci (e olha que eu ja trabalhei com o Porto e com o Casantos). Fui super humilde em todos os momentos, cheguei a acreditar que não iria conseguir em muitos momentos, mas aconteceu.
Pena que o Phillip foi para Melbourne, queria te-lo conhecido pessoalmente. Por outro lado, eu sempre poderei ler os seus blogs e posts e poderei contribuir no trabalho que ele começou na WebMedia.
Tenho que agradecer a muitas pessoas: Marujo, Marlon, Fernando, James, Marcelo Martins, a galera da HP que me atura a mais de 3 anos e a todos os loucos que me mandam parabéns pelo orkut ou gtalk e que vou sentir falta.
“Trabalhar na Barra da Tijuca, ruim né?”
Poucos sabem das reais dificuldades que eu enfrentei pra chegar ao dia de hoje. E não vou deixar de ser quem eu sou, amigos. Quando ao emprego que eu já tinha conseguido, eu tive que recusar gentilmente.
2008 promete