Regulamentar a profissão dos outros é refresco

Na onda da campanha contra a regulamentação das profissões da área de informática

Eu, que trabalho como Analista de Sistemas e tenho Bacharelado em Física incompleto, tenho uma grande inveja do Phillip Calçado, que trabalha na Austrália, e postou recentemente sobre essa “lei”.

http://blog.fragmental.com.br/2008/03/21/ainda-bem-que-estou-aqui/

Cito a opinião da Sociedade Brasileira de Computação

1. Exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal.
2. Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima.
3. A área deve ser Auto-Regulada.

Parece que os politicos querem saber mais de informática do que quem é da área (se bobear ninguem sabe o que é a ACM, devem achar que é um politico a pouco falecido). Fico com pena de algumas pessoas egoístas que pensam “tenho diploma, logo essa lei me favorece”. A nação brasileira frperde como um todo, retrocendendo décadas numa das atitudes mais lastimáveis de todos os tempos.

Parafraseando o Rodrigo Kumpera:

Para ser programador vamos precisar ter diploma, enquanto isso para fazer política basta assinar o nome. Regulamentar a profissão dos outros é refresco.

Segue a thread: http://br-linux.org/2008/campanha-contra-o-projeto-de-lei-6072007-de-regulamentacao-das-profissoes-da-area-de-informatica/

Projeto reconhece profissões de TI

Projeto reconhece profissões de TI, mas exclui criação de conselhos

Fonte: TI Inside

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (5/3), parecer favorável do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao projeto de lei que regulamenta o exercício das profissões de analista de sistemas e técnico de informática. A proposta é de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO) e agora será encaminhada à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na qual receberá decisão terminativa.
(…)
De acordo com a proposta, a profissão de analista de sistemas somente poderá ser exercida por pessoas que possuam diploma de nível superior em análise de sistemas, ciência da computação ou processamento de dados.

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